MASTER CLASS “Vitamina D” por Cícero Galli Coimbra + Bianca Urbano | Casos Clínicos

34,00

SINOPSE

Estamos em busca de uma prática médica mais eficaz, voltada para a neutralização das causas das doenças, não apenas para a redução de suas manifestações. Para tanto, precisamos entender os mecanismos fisiopatológicos de cada doença. Precisamos estar atentos às características genéticas, epigenéticas e comportamentais de cada paciente, considerando-o como indivíduo único, pois os mecanismos fisiopatológicos são necessariamente particularizados de acordo com esses fatores.

A identificação de polimorfismos genéticos envolvidos no metabolismo da vitamina D nos pacientes portadores de doenças autoimunes tem oferecido oportunidade única para o entendimento dos mecanismos fisiopatológicos envolvidos nessas enfermidades. Em consequência, estabeleceram-se perspectivas de tratamento eficaz que se tornaram realidade ao longo dos últimos 16 anos. Nesse período, o emprego terapêutico da hipervitaminose D associada a medidas para prevenção de intoxicação foi progressivamente aperfeiçoado, devolvendo vida normal a dezenas de milhares de pacientes em diversos países.

Durante o processo de aperfeiçoamento desse protocolo, tornou-se evidente a importância da prevenção do estresse emocional para otimização dos resultados terapêuticos, descortinando-se os mecanismos epigenéticos que são acionados na agressão autoimune. Genes polimórficos (determinantes de resistência à ação imunomoduladora da vitamina D) que se encontram normalmente silenciados por processos (via, por exemplo, metilação epigenética) passam a se expressar, oportunizando a agressão autoimune.

No 1st. International Healthy Aging Summit (março de 2019 em Estoril, Portugal) teremos a oportunidade de demonstrar como a compreensão da interação entre os mecanismos epigenéticos e bioquímicos (com a fundamental administração concomitante de doses adequadas de outras substâncias, tais como o magnésio e a riboflavina) vêm otimizando a efetividade dessa proposta terapêutica, com evidentes implicações preventivas para o contexto da saúde pública. Dar-se-á o devido ênfase ao tratamento do autismo, cujos mecanismos autoimunes vêm sendo progressivamente reconhecidos.

* Validade de 7 dias após a compra.

SINOPSE

Estamos em busca de uma prática médica mais eficaz, voltada para a neutralização das causas das doenças, não apenas para a redução de suas manifestações. Para tanto, precisamos entender os mecanismos fisiopatológicos de cada doença. Precisamos estar atentos às características genéticas, epigenéticas e comportamentais de cada paciente, considerando-o como indivíduo único, pois os mecanismos fisiopatológicos são necessariamente particularizados de acordo com esses fatores.

A identificação de polimorfismos genéticos envolvidos no metabolismo da vitamina D nos pacientes portadores de doenças autoimunes tem oferecido oportunidade única para o entendimento dos mecanismos fisiopatológicos envolvidos nessas enfermidades. Em consequência, estabeleceram-se perspectivas de tratamento eficaz que se tornaram realidade ao longo dos últimos 16 anos. Nesse período, o emprego terapêutico da hipervitaminose D associada a medidas para prevenção de intoxicação foi progressivamente aperfeiçoado, devolvendo vida normal a dezenas de milhares de pacientes em diversos países.

Durante o processo de aperfeiçoamento desse protocolo, tornou-se evidente a importância da prevenção do estresse emocional para otimização dos resultados terapêuticos, descortinando-se os mecanismos epigenéticos que são acionados na agressão autoimune. Genes polimórficos (determinantes de resistência à ação imunomoduladora da vitamina D) que se encontram normalmente silenciados por processos (via, por exemplo, metilação epigenética) passam a se expressar, oportunizando a agressão autoimune.

No 1st. International Healthy Aging Summit (março de 2019 em Estoril, Portugal) teremos a oportunidade de demonstrar como a compreensão da interação entre os mecanismos epigenéticos e bioquímicos (com a fundamental administração concomitante de doses adequadas de outras substâncias, tais como o magnésio e a riboflavina) vêm otimizando a efetividade dessa proposta terapêutica, com evidentes implicações preventivas para o contexto da saúde pública. Dar-se-á o devido ênfase ao tratamento do autismo, cujos mecanismos autoimunes vêm sendo progressivamente reconhecidos.

2ND International Healthy Aging Summit 2020

Live Webinar Informativo